Melhor projeto de lei dos últimos tempos!!!
Trascrevo aqui o projeto de lei do senador da república Cristovam Buarque.
Obriga que os políticos eleitos, em qualquer nivel, matriculem seus filhos e dependentes em escolas públicas, na educação básica (ensinos fundamental e médio), até o ano de 2014, quando se comemorarão os 125 anos da proclamação da república.
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº , DE 2007
Determina a obrigatoriedade de os agentes
públicos eleitos matricularem seus filhos e demais
dependentes em escolas públicas até 2014.
O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º Os agentes públicos eleitos para os Poderes Executivo e
Legislativo federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal são obrigados
a matricular seus filhos e demais dependentes em escolas públicas de
educação básica.
Art. 2º Esta Lei deverá estar em vigor em todo o Brasil até, no
máximo, 1º de janeiro de 2014.
Parágrafo Único. As Câmaras de Vereadores e Assembléias
Legislativas Estaduais poderão antecipar este prazo para suas unidades
respectivas.
JUSTIFICAÇÃO
No Brasil, os filhos dos dirigentes políticos estudam a educação
básica em escolas privadas. Isto mostra, em primeiro lugar, a má qualidade da
escola pública brasileira, e, em segundo lugar, o descaso dos dirigentes para
com o ensino público.
Talvez não haja maior prova do desapreço para com a educação
das crianças do povo, do que ter os filhos dos dirigentes brasileiros, salvo
raras exceções, estudando em escolas privadas. Esta é uma forma de
corrupção discreta da elite dirigente que, ao invés de resolver os problemas
nacionais, busca proteger-se contra as tragédias do povo, criando privilégios.
Além de deixarem as escolas públicas abandonadas, ao se
ampararem nas escolas privadas, as autoridades brasileiras criaram a
possibilidade de se beneficiarem de descontos no Imposto de Renda para
financiar os custos da educação privada de seus filhos.
Pode-se estimar que os 64.810 ocupantes de cargos eleitorais –
vereadores, prefeitos e vice-prefeitos, deputados estaduais, federais, senadores
e seus suplentes, governadores e vice-governadores, Presidente e Vice-
Presidente da República – deduzam um valor total de mais de 150 milhões de
reais nas suas respectivas declarações de imposto de renda, com o fim de
financiar a escola privada de seus filhos alcançando a dedução de R$ 2.373,84
inclusive no exterior. Considerando apenas um dependente por ocupante de
cargo eleitoras.
O presente Projeto de Lei permitirá que se alcance, entre outros,
os seguintes objetivos:
a) ético: comprometerá o representante do povo com a escola
que atende ao povo;
b) político: certamente provocará um maior interesse das
autoridades para com a educação pública com a conseqüente
melhoria da qualidade dessas escolas.
c) financeiro: evitará a “evasão legal” de mais de 12 milhões de
reais por mês, o que aumentaria a disponibilidade de recursos
fiscais à disposição do setor público, inclusive para a
educação;
d) estratégica: os governantes sentirão diretamente a urgência de,
em sete anos, desenvolver a qualidade da educação pública no
Brasil.
Se esta proposta tivesse sido adotada no momento da
Proclamação da República, como um gesto republicano, a realidade social
brasileira seria hoje completamente diferente. Entretanto, a tradição de 118
anos de uma República que separa as massas e a elite, uma sem direitos e a
outra com privilégios, não permite a implementação imediata desta decisão.
Ficou escolhido por isto o ano de 2014, quando a República estará
completando 125 anos de sua proclamação. É um prazo muito longo desde
1889, mas suficiente para que as escolas públicas brasileiras tenham a
qualidade que a elite dirigente exige para a escola de seus filhos.
Seria injustificado, depois de tanto tempo, que o Brasil ainda
tivesse duas educações – uma para os filhos de seus dirigentes e outra para os
filhos do povo –, como nos mais antigos sistemas monárquicos, onde a
educação era reservada para os nobres.
Diante do exposto, solicitamos o apoio dos ilustres colegas para a
aprovação deste projeto.
Sala das Sessões,
Senador CRISTOVAM BUARQUE
http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82166
Gaga de Ilhéus
cara, esse vídeo é muito bom!!!
The big bang theory
Esse seriado é demais! Um bando de nerds que são vizinhos de uma loira, e a história se desenvolve aí! Vale a pena conferir.
Os episódios não foram encodados por mim, mas pela equipe da Islifecorp.com.br
Eu apenas upei em outro servidor. Assim que upar outros episódios eu posto aqui. Ah, seria legal prestigiar o site dos caras, né!!!?
Links
http://www.mediafire.com/file/zjmmyhytnoj/tbbt.1×01byIsLifeCorp.rmvb.ram
http://www.mediafire.com/file/2qzyjzwxnyn/tbbt.1×02byIsLifeCorp.rmvb.ram
http://www.mediafire.com/file/y2d01jzdxgq/tbbt.1×03byIsLifeCorp.rmvb.ram
http://www.mediafire.com/file/2m3njyvqzum/tbbt.1×04byIsLifeCorp.rmvb.ram
http://www.mediafire.com/file/yvhmz0amnom/tbbt.1×05byIsLifeCorp.rmvb.ram
http://www.mediafire.com/file/nhjnmdyli22/tbbt.1×06byIsLifeCorp.rmvb.ram
Curso de Word
Olá a todos!!
Estava eu pesquisando no emule um curso de office, e achei este curso da revista Info Abril, sobre Word. É bem bacana, pra quem não conhece nada, ou quer conhecer mais, vale a pena!!!
aí vai o link
http://info.abril.com.br/dicas/cursos/word/curso.html
nesse site tem um monte de cursos e dicas. aproveitem!!!
discurso do Obama
Dircurso de posse do Obama.
Enjoy it!
Parte 1
Parte 2
Por tudo o que representa, é histórico. Ainda mais pensando em Martin Luther King (o post abaixo), há apenas 40 e poucos anos atrás.
Duelo!!!
Duelo de guitarras do filme Crossroads (a encruzilhada).
Show de bola
Discursos!!!
Tava procurando o discurso de posse do Obama, e acabei achando um bem mais importante. Nunca tinha ouvido e lido o discurso ao mesmo tempo. Parece que foi a tanto tempo que ele viveu e o que ele lutou…
Aqui no Brasil também tivemos tantas lutas, por direitos da sociedade, e não foram a tanto tempo. A ditadura acabou a pouco mais de vinte anos, e muitos adolescentes de hoje nem sequer sabem o que aconteceu naqueles tempos.
Por isso postei esse video e o discurso de Martin Luther King. Grande líder do nosso tempo. Aproveitem!
Fonte: retirei do blog “compartilhandopalavras.blogspot.com”
Discurso de Martin Luther King, Jr. em Washington, D.C, a capital dos Estados Unidos da América, em 28 de Agosto de 1963, após a Marcha para Washington por Emprego e Liberdade. (Versão Original)
QUE A LIBERDADE RESSOE
Há cem anos, um grande americano, sob cuja sombra simbólica nos encontramos, assinava a Proclamação da Emancipação. Esse decreto fundamental foi como um raio de luz de esperança para milhões de escravos negros que tinham sido marcados a ferro nas chamas de uma vergonhosa injustiça. Veio como uma aurora feliz para terminar a longa noite do cativeiro. Mas, cem anos mais tarde, devemos enfrentar a realidade trágica de que o Negro ainda não é livre. Cem anos mais tarde, a vida do Negro é ainda lamentavelmente dilacerada pelas algemas da segregação e pelas correntes da discriminação. Cem anos mais tarde, o Negro continua a viver numa ilha isolada de pobreza, no meio de um vasto oceano de prosperidade material. Cem anos mais tarde, o Negro ainda definha nas margens da sociedade americana, estando exilado na sua própria terra. Por isso, encontramo-nos aqui hoje para dramaticamente mostrarmos esta extraordinária condição. Num certo sentido, viemos à capital do nosso país para descontar um cheque. Quando os arquitetos da nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e da Declaração de independência, estavam a assinar uma promissória de que cada cidadão americano se tornaria herdeiro. Este documento era uma promessa de que todos os homens veriam garantidos os direitos inalienáveis à vida, à liberdade e à procura da felicidade. É óbvio que a América ainda hoje não pagou tal promissória no que concerne aos seus cidadãos de cor. Em vez de honrar este compromisso sagrado, a América deu ao Negro um cheque sem cobertura; um cheque que foi devolvido com a seguinte inscrição: “saldo insuficiente”. Porém nós recusamo-nos a aceitar a idéia de que o banco da justiça esteja falido. Recusamo-nos a acreditar que não exista dinheiro suficiente nos grandes cofres de oportunidades deste país. Por isso viemos aqui cobrar este cheque – um cheque que nos dará quando o recebermos as riquezas da liberdade e a segurança da justiça. Também viemos a este lugar sagrado para lembrar à América da clara urgência do agora. Não é o momento de se dedicar à luxuria do adiamento, nem para se tomar a pílula tranqüilizante do gradualismo. Agora é tempo de tornar reais as promessas da Democracia. Agora é o tempo de sairmos do vale escuro e desolado da segregação para o iluminado caminho da justiça racial. Agora é tempo de abrir as portas da oportunidade para todos os filhos de Deus. Agora é tempo para retirar o nosso país das areias movediças da injustiça racial para a rocha sólida da fraternidade. Seria fatal para a nação não levar a sério a urgência do momento e subestimar a determinação do Negro. Este sufocante verão do legítimo descontentamento do Negro não passará até que chegue o revigorante Outono da liberdade e igualdade. 1963 não é um fim, mas um começo. Aqueles que crêem que o Negro precisava só de desabafar, e que a partir de agora ficará sossegado, irão acordar sobressaltados se o País regressar à sua vida de sempre. Não haverá tranqüilidade nem descanso na América até que o Negro tenha garantido todos os seus direitos de cidadania. Os turbilhões da revolta continuarão a sacudir as fundações do nosso País até que desponte o luminoso dia da justiça. Existe algo, porém, que devo dizer ao meu povo que se encontra no caloroso limiar que conduz ao palácio da justiça. No percurso de ganharmos o nosso legítimo lugar não devemos ser culpados de atos errados. Não tentemos satisfazer a sede de liberdade bebendo da taça da amargura e do ódio. Temos de conduzir a nossa luta sempre no nível elevado da dignidade e disciplina. Não devemos deixar que o nosso protesto realizado de uma forma criativa degenere na violência física. Teremos de nos erguer uma e outra vez às alturas majestosas para enfrentar a força física com a força da consciência. Esta maravilhosa nova militância que engolfou a comunidade negra não nos deve levar a desconfiar de todas as pessoas brancas, pois muitos dos nossos irmãos brancos, como é claro pela sua presença aqui, hoje, estão conscientes de que os seus destinos estão ligados ao nosso destino, e que sua liberdade está intrinsecamente ligada à nossa liberdade. Não podemos caminhar sozinhos. À medida que caminhamos, devemos assumir o compromisso de marcharmos em frente. Não podemos retroceder. Há quem pergunte aos defensores dos direitos civis: “Quando é que ficarão satisfeitos?” Não estaremos satisfeitos enquanto o Negro for vítima dos incontáveis horrores da brutalidade policial. Não poderemos estar satisfeitos enquanto os nossos corpos, cansados das fadigas da viagem, não conseguirem ter acesso a um lugar de descanso nos motéis das estradas e nos hotéis das cidades. Não poderemos estar satisfeitos enquanto a mobilidade fundamental do Negro for passar de um gueto pequeno para um maior. Nunca poderemos estar satisfeitos enquanto um Negro no Mississipi não pode votar e um Negro em Nova Iorque achar que não há nada pelo qual valha a pena votar. Não, não, não estamos satisfeitos, e só ficaremos satisfeitos quando a justiça correr como a água e a retidão como uma poderosa corrente. Sei muito bem que alguns de vocês chegaram aqui após muitas dificuldades e tribulações. Alguns de vocês saíram recentemente de pequenas celas de prisão. Alguns de vocês vieram de áreas onde a vossa procura da liberdade vos deixou marcas provocadas pelas tempestades da perseguição e sofrimentos provocados pelos ventos da brutalidade policial. Vocês são veteranos do sofrimento criativo. Continuem a trabalhar com a fé de que um sofrimento injusto é redentor. Voltem para o Mississipi, voltem para o Alabama, voltem para a Carolina do Sul, voltem para a Geórgia, voltem para a Luisiana, voltem para os bairros de lata e para os guetos das nossas modernas cidades, sabendo que, de alguma forma, esta situação pode e será alterada. Não nos embrenhemos no vale do desespero. Digo-lhes, hoje, meus amigos, que apesar das dificuldades e frustrações do momento, ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano. Tenho um sonho que um dia esta nação levantar-se-á e viverá o verdadeiro significado da sua crença: “Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais”. Tenho um sonho que um dia nas montanhas rubras da Geórgia os filhos de antigos escravos e os filhos de antigos proprietários de escravos poderão sentar-se à mesa da fraternidade. Tenho um sonho que um dia o estado do Mississipi, um estado deserto, sufocado pelo calor da injustiça e da opressão, será transformado num oásis de liberdade e justiça. Tenho um sonho que meus quatro pequenos filhos viverão um dia numa nação onde não serão julgados pela cor da sua pele, mas pela qualidade do seu caráter. Tenho um sonho, hoje. Tenho um sonho que um dia o estado de Alabama, cujos lábios do governador atualmente pronunciam palavras de (…) recusa, seja transformado num local onde pequenos rapazes negros, e moças negras, possam dar-se as mãos com outros pequenos rapazes brancos, e moças brancas, caminhando juntos, lado a lado, como irmãos e irmãs. Tenho um sonho, hoje. Tenho um sonho que um dia todo os vales serão elevados, todas as montanhas e encostas serão niveladas, os lugares ásperos serão polidos, e os lugares tortuosos serão endireitados, e a glória do Senhor será revelada, e todos os seres a verão, conjuntamente. Esta é nossa esperança. Esta é a fé com a qual regresso ao Sul. Com esta fé seremos capazes de retirar da montanha do desespero uma pedra de esperança. Com esta fé poderemos transformar as dissonantes discórdias de nossa nação numa bonita e harmoniosa sinfonia de fraternidade. Com esta fé poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos, ir para a prisão juntos, ficarmos juntos em posição de sentido pela liberdade, sabendo que um dia seremos livres. Esse será o dia quando todos os filhos de Deus poderão cantar com um novo significado: “O meu país é teu, doce terra de liberdade, de ti eu canto. Terra onde morreram os meus pais, terra do orgulho dos peregrinos, que de cada localidade ressoe a liberdade”. E se a América quiser ser uma grande nação isto tem que se tornar realidade. Que a liberdade ressoe então dos prodigiosos montes do New Hampshire. Que a liberdade ressoe das poderosas montanhas de Nova Iorque. Que a liberdade ressoe dos elevados Alleghenies da Pensilvânia! Que a liberdade ressoe dos cumes cobertos de neve das montanhas Rochosas do Colorado! Que a liberdade ressoe dos picos curvos da Califórnia! Mas não só isso; que a liberdade ressoe da Montanha de Pedra da Geórgia! Que a liberdade ressoe da Montanha Lookout do Tennessee! Que a liberdade ressoe de cada Montanha e de cada pequena elevação do Mississipi. Que de cada localidade, a liberdade ressoe. Quando permitirmos que a liberdade ressoe, quando a deixarmos ressoar de cada vila e cada aldeia, de cada estado e de cada cidade, seremos capazes de apressar o dia em que todos os filhos de Deus, negros e brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, poderão dar-se as mãos e cantar as palavras da antiga canção negra: “Liberdade finalmente! Liberdade finalmente! Louvado seja Deus, Todo Poderoso, estamos livres, finalmente!”. ***************************
O discurso de Martin Luther King, pronunciado na escadaria do Monumento a Lincoln, em Washington, foi ouvido por mais de 250.000 pessoas de todas as etnias, reunidas na capital dos Estados Unidos da América, após a «Marcha para Washington por Emprego e Liberdade». A manifestação foi pensada como uma maneira de divulgar de uma forma dramática as condições de vida desesperadoras dos negros no Sul dos Estados Unidos, e exigir ao poder federal um maior comprometimento na segurança física dos negros e dos defensores dos direitos civis, sobretudo no Sul. Devido a pressões políticas exercidas pela Presidência dos Estados Unidos – ocupada por John Kennedy – as exigências a apresentar no comício tornaram-se mais moderadas, mas mesmo assim foram feitos pedidos claros: o fim da segregação no ensino público, passagem de legislação clara no que respeita aos direitos civis, assim como de legislação proibindo a discriminação racial no emprego; para além do fim da brutalidade policial contra militantes dos direitos civis e a criação de um salário mínimo para todos os trabalhadores, que beneficiaria, principalmente, os negros. Realizado num clima muito tenso, a manifestação foi um estrondoso sucesso, e o discurso conhecido pela frase permanentemente repetida no meio do discurso «I have a Dream» (Eu tenho um sonho), mas também pela frase que é repetida no fim – «That Liberty Ring» (Que a Liberdade ressoe), que retoma o poema patriótico «América», tornou-se, com o discurso de Lincoln em Gettysburg, um dos mais importantes da oratória americana. Em 1964 a Lei dos Direitos Civis foi votada e promulgada por Lyndon B. Johnson e em 1965 a Lei sobre o Direito de Votar foi aprovada. Martin Luther King, Jr. Ganhou o Prêmio Nobel da Paz no ano seguinte, em 1964. Ele foi assassinado em 4 de abril de 1968.
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ENGLISH VERSION
I am happy to join with you today in what will go down in history as the greatest demonstration for freedom in the history of our nation. Five score years ago, a great American, in whose symbolic shadow we stand today, signed the Emancipation Proclamation. This momentous decree came as a great beacon light of hope to millions of Negro slaves who had been seared in the flames of withering injustice. It came as a joyous daybreak to end the long night of their captivity. But one hundred years later, the Negro still is not free. One hundred years later, the life of the Negro is still sadly crippled by the manacles of segregation and the chains of discrimination. One hundred years later, the Negro lives on a lonely island of poverty in the midst of a vast ocean of material prosperity. One hundred years later, the Negro is still languishing in the corners of American society and finds himself an exile in his own land. So we have come here today to dramatize a shameful condition. In a sense we have come to our nation’s capital to cash a check. When the architects of our republic wrote the magnificent words of the Constitution and the Declaration of Independence, they were signing a promissory note to which every American was to fall heir. This note was a promise that all men, yes, black men as well as white men, would be guaranteed the unalienable rights of life, liberty, and the pursuit of happiness. It is obvious today that America has defaulted on this promissory note insofar as her citizens of color are concerned. Instead of honoring this sacred obligation, America has given the Negro people a bad check, a check which has come back marked “insufficient funds.” But we refuse to believe that the bank of justice is bankrupt. We refuse to believe that there are insufficient funds in the great vaults of opportunity of this nation. So we have come to cash this check — a check that will give us upon demand the riches of freedom and the security of justice. We have also come to this hallowed spot to remind America of the fierce urgency of now. This is no time to engage in the luxury of cooling off or to take the tranquilizing drug of gradualism. Now is the time to make real the promises of democracy. Now is the time to rise from the dark and desolate valley of segregation to the sunlit path of racial justice. Now is the time to lift our nation from the quick sands of racial injustice to the solid rock of brotherhood. Now is the time to make justice a reality for all of God’s children. It would be fatal for the nation to overlook the urgency of the moment. This sweltering summer of the Negro’s legitimate discontent will not pass until there is an invigorating autumn of freedom and equality. Nineteen sixty-three is not an end, but a beginning. Those who hope that the Negro needed to blow off steam and will now be content will have a rude awakening if the nation returns to business as usual. There will be neither rest nor tranquility in America until the Negro is granted his citizenship rights. The whirlwinds of revolt will continue to shake the foundations of our nation until the bright day of justice emerges. But there is something that I must say to my people who stand on the warm threshold which leads into the palace of justice. In the process of gaining our rightful place we must not be guilty of wrongful deeds. Let us not seek to satisfy our thirst for freedom by drinking from the cup of bitterness and hatred. We must forever conduct our struggle on the high plane of dignity and discipline. We must not allow our creative protest to degenerate into physical violence. Again and again we must rise to the majestic heights of meeting physical force with soul force. The marvelous new militancy which has engulfed the Negro community must not lead us to a distrust of all white people, for many of our white brothers, as evidenced by their presence here today, have come to realize that their destiny is tied up with our destiny. They have come to realize that their freedom is inextricably bound to our freedom. We cannot walk alone. As we walk, we must make the pledge that we shall always march ahead. We cannot turn back. There are those who are asking the devotees of civil rights, “When will you be satisfied?” We can never be satisfied as long as the Negro is the victim of the unspeakable horrors of police brutality. We can never be satisfied, as long as our bodies, heavy with the fatigue of travel, cannot gain lodging in the motels of the highways and the hotels of the cities. We cannot be satisfied as long as the Negro’s basic mobility is from a smaller ghetto to a larger one. We can never be satisfied as long as our children are stripped of their selfhood and robbed of their dignity by signs stating “For Whites Only”. We cannot be satisfied as long as a Negro in Mississippi cannot vote and a Negro in New York believes he has nothing for which to vote. No, no, we are not satisfied, and we will not be satisfied until justice rolls down like waters and righteousness like a mighty stream. I am not unmindful that some of you have come here out of great trials and tribulations. Some of you have come fresh from narrow jail cells. Some of you have come from areas where your quest for freedom left you battered by the storms of persecution and staggered by the winds of police brutality. You have been the veterans of creative suffering. Continue to work with the faith that unearned suffering is redemptive. Go back to Mississippi, go back to Alabama, go back to South Carolina, go back to Georgia, go back to Louisiana, go back to the slums and ghettos of our northern cities, knowing that somehow this situation can and will be changed. Let us not wallow in the valley of despair. I say to you today, my friends, so even though we face the difficulties of today and tomorrow, I still have a dream. It is a dream deeply rooted in the American dream. I have a dream that one day this nation will rise up and live out the true meaning of its creed: “We hold these truths to be self-evident: that all men are created equal.” I have a dream that one day on the red hills of Georgia the sons of former slaves and the sons of former slave owners will be able to sit down together at the table of brotherhood. I have a dream that one day even the state of Mississippi, a state sweltering with the heat of injustice, sweltering with the heat of oppression, will be transformed into an oasis of freedom and justice. I have a dream that my four little children will one day live in a nation where they will not be judged by the color of their skin but by the content of their character. I have a dream today. I have a dream that one day, down in Alabama, with its vicious racists, with its governor having his lips dripping with the words of interposition and nullification; one day right there in Alabama, little black boys and black girls will be able to join hands with little white boys and white girls as sisters and brothers. I have a dream today. I have a dream that one day every valley shall be exalted, every hill and mountain shall be made low, the rough places will be made plain, and the crooked places will be made straight, and the glory of the Lord shall be revealed, and all flesh shall see it together. This is our hope. This is the faith that I go back to the South with. With this faith we will be able to hew out of the mountain of despair a stone of hope. With this faith we will be able to transform the jangling discords of our nation into a beautiful symphony of brotherhood. With this faith we will be able to work together, to pray together, to struggle together, to go to jail together, to stand up for freedom together, knowing that we will be free one day. This will be the day when all of God’s children will be able to sing with a new meaning, “My country, ’tis of thee, sweet land of liberty, of thee I sing. Land where my fathers died, land of the pilgrim’s pride, from every mountainside, let freedom ring.” And if America is to be a great nation this must become true. So let freedom ring from the prodigious hilltops of New Hampshire. Let freedom ring from the mighty mountains of New York. Let freedom ring from the heightening Alleghenies of Pennsylvania! Let freedom ring from the snowcapped Rockies of Colorado! Let freedom ring from the curvaceous slopes of California! But not only that; let freedom ring from Stone Mountain of Georgia! Let freedom ring from Lookout Mountain of Tennessee! Let freedom ring from every hill and molehill of Mississippi. From every mountainside, let freedom ring. And when this happens, when we allow freedom to ring, when we let it ring from every village and every hamlet, from every state and every city, we will be able to speed up that day when all of God’s children, black men and white men, Jews and Gentiles, Protestants and Catholics, will be able to join hands and sing in the words of the old Negro spiritual, “Free at last! free at last! thank God Almighty, we are free at last!”
Aquecimento global
Olá a todos!
Gostaria de postar aqui alguns videos sobre o tema AQUECIMENTO GLOBAL (estão ai em baixo) e abrir espaço pra alguma discussão sobre o assunto. Parece mais do mesmo, mas o tema nao tem sido debatido, mas sim repetido. Comecei a ficar intrigado com o tema quando assisti uma palestra de um professor de biofísica, na Uerj, sobre radiação solar e aquecimento global.
Apesar de imenso, pouco se fala sobre os efeitos do sol. Só se fala em CO2 e metano e efeito estufa. E tudo provocado pelo homem.
Não estou dizendo que não há, ou não acredito em aquecimento global, mas apenas que não é algo que se discute, e que se fala como se tivesse resolvido.
algo para se pensar, para ser debatido. Está influenciando e vai influenciar muito nossa vida.
O video é tendencioso? sim, é. Mas sobre o tema aquecimento global, traz algumas informações que não aparecem em jornal algum, e apenas alguns poucos ficam sabendo disso.
O planeta está aquecendo? sim, mas de quem é a culpa? existe apenas um culpado (homem??), ou culpados?
Não digo que o planeta está bem. Qualquer coisa que fizermos pra melhorar nossa vida e o meio ambiente, como reciclagem, diminuir poluição, lixo… Claro que tudo isso é bom, e devemos fazer, e apoiar.
aí vão os links. Esse é pra quem quiser baixar pelo mediafire
http://www.mediafire.com/?sharekey=e03eab5b91a323c1831892cf9fa71b96388af096759d80ed
Aqui pra assistir pelo youtube…
Video 1 : http://www.youtube.com/watch?v=RDzuXPM1W3k
Video 2 : http://www.youtube.com/watch?v=L18k0Y5MMok
depois eu adiciono os outros.
Mas vamos pensar sobre o assunto!!!
Abraços
Tiago Savignon
Feriados 2009!!
ATENÇÃO : 2009 SERÁ UM ANO MUITO CANSATIVO.
Programe-se desde já !
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Feriados 2009 – Brasil
01/01/09 quinta-feira Confraternização Universal
20/01/09 terça-feira São Sebastião (RJ)
23/02/09 segunda-feira Carnaval
24/02/09 terça-feira Carnaval
10/04/09 sexta-feira Paixão de Cristo
21/04/09 terça-feira Tiradentes
01/05/09 sexta-feira Dia do Trabalho
11/06/09 quinta-feira Corpus Christi
09/07/09 quinta-feira Revolução Constitucionalista (SP)
07/09/09 segunda-feira Independência do Brasil
12/10/09 segunda-feira Nossa Sra Aparecida – Padroeira do Brasil
02/11/09 segunda-feira Finados
15/11/09 domingo Proclamação da República
20/11/09 sexta-feira Zumbi/Consciênciência Negra
25/12/09 sexta-feira Natal
Ao todo serão:
8 Feriados na Seg/Sex
5 Feriados na Ter/Qui
Total: 13 Feriados (em dias úteis)
Se somarmos aos feriados (sábados/domingos e enforcarmos quando cair na ter/qui, teremos 44 dias de feriadões!)
O ano tem 365 dias, são 52 semanas, portanto 104 dias de descanso, você tem mais 30 dias de férias, são 13 feriados em 2009, “enforcando” somamos mais 5 dias, assim iremos trabalhar somente:
365 – (104+30+13+05) = 213 dias
Isso significa que trabalharemos só 58,35% do ano, ou 1.704 horas das 8.760 horas que tem 01 ano, ou seja nós trabalhamos somente 19,45% das horas do ano.
E você ainda quer mais descanso ….. Reclama do que???? |
CRISE AMERICANA!!!
Não deixem de ler tudo…
Versão 1 (para economista – abaixo a para leigos, se preferir ….)
A CRISE DA ECONOMIA AMERICANA
Paul comprou um apartamento, no começo dos anos 90, por 300.000 dólares
financiado em 30 anos. Em 2006 o apartamento do Paul passou a valer 1,1
milhão de dólares. Aí, um banco perguntou pro Paul se ele não queria uma
grana emprestada, algo como 800.000 dólares, dando seu apartamento como
garantia. Ele aceitou o empréstimo, fez uma nova hipoteca e pegou os
800.000 dólares.
Com os 800.000 dólares. Paul, vendo que imóveis não paravam de valorizar,
comprou 3 casas em construção dando como entrada algo como 400.000 dólares.
A diferença, 400.000 dólares que Paul recebeu do banco, ele se comprometeu:
comprou carro novo (alemão) pra ele, deu um carro (japonês) para cada filho
e com o resto do dinheiro comprou tv de plasma de 63 polegadas, 43
notebooks, 1634 cuecas. Tudo financiado, tudo a crédito. A esposa do Paul,
sentindo-se rica, sentou o dedo no cartão de crédito.
Em agosto de 2007 começaram a correr boatos que os preços dos imóveis
estavam caindo. As casas que o Paul tinha dado entrada e estavam em
construção caíram vertiginosamente de preço e não tinham mais liquidez…
O negócio era refinanciar a própria casa, usar o dinheiro para comprar
outras casas e revender com lucro. Fácil….parecia fácil. Só que todo
mundo teve a mesma idéia ao mesmo tempo. As taxas que o Paul pagava
começaram a subir (as taxas eram pós fixadas) e o Paul percebeu que seu
investimento em imóveis se transformara num desastre.
Milhões tiveram a mesma idéia do Paul. Tinha casa pra vender como nunca.
Paul foi agüentando as prestações da sua casa refinanciada, mais as das 3
casas que ele comprou, como milhões de compatriotas, para revender, mais as
prestações dos carros, as das cuecas, dos notebooks, da tv de plasma e do
cartão de crédito.
Aí as casas que o Paul comprou para revender ficaram prontas e ele tinha
que pagar uma grande parcela. Só que neste momento Paul achava que já teria
revendido as 3 casas mas, ou não havia compradores ou os que havia só
pagariam um preço muito menor que o Paul havia pago. Paul se danou. Começou
a não pagar aos bancos as hipotecas da casa que ele morava e das 3 casas
que ele havia comprado como investimento. Os bancos ficaram sem receber de
milhões de especuladores iguais a Paul.
Paul optou pela sobrevivência da família e tentou renegociar com os bancos
que não quiseram acordo. Paul entregou aos bancos as 3 casas que comprou
como investimento perdendo tudo que tinha investido. Paul quebrou. Ele e
sua família pararam de consumir…
Milhões de Pauls deixaram de pagar aos bancos os empréstimos que haviam
feito baseado nos preços dos imóveis. Os bancos haviam transformado os
empréstimos de milhões de Pauls em títulos negociáveis. Esses títulos
passaram a ser negociados com valor de face. Com a inadimplência dos Pauls
esses títulos começaram a valer pó.
Bilhões e bilhões em títulos passaram a nada valer e esses títulos estavam
disseminados por todo o mercado, principalmente nos bancos americanos, mas
também em bancos europeus e asiáticos.
Os imóveis eram as garantias dos empréstimos, mas esses empréstimos foram
feitos baseados num preço de mercado desse imóvel… Preço que despencou.
Um empréstimo foi feito baseado num imóvel avaliado em 500.000 dólares e de
repente passou a valer 300.000 dólares e mesmo pelos 300.000 não havia
compradores.
Os preços dos imóveis eram uma bolha, um ciclo que não se sustentava, como
os esquemas de pirâmide, especulação pura. A inadimplência dos milhões de
Pauls atingiu fortemente os bancos americanos que perderam centenas de
bilhões de dólares. A farra do crédito fácil um dia acaba. Acabou.
Com a inadimplência dos milhões de Pauls, os bancos pararam de emprestar
por medo de não receber. Os Pauls pararam de consumir porque não tinham
crédito. Mesmo quem não devia dinheiro não conseguia crédito nos bancos e
quem tinha crédito não queria dinheiro emprestado.
O medo de perder o emprego fez a economia travar. Recessão é sentimento, é
medo. Mesmo quem pode, pára de consumir.
O FED começou a trabalhar de forma árdua, reduzindo fortemente as taxas de
juros e as taxas de empréstimo interbancários. O FED também começou a
injetar bilhões de dólares no mercado, provendo liquidez. O governo Bush
lançou um plano de ajuda à economia sob forma de devolução de parte do
imposto de renda pago, visando incrementar o consumo porém essas ações
levam meses para surtir efeitos práticos. Essas ações foram corretas e, até
agora não é possível afirmar que os EUA estão tecnicamente em recessão.
O FED trabalhava. O mercado ficava atento e as famílias esperançosas. Até
que na semana passada o impensável aconteceu. O pior pesadelo para uma
economia aconteceu: a crise bancária, correntistas correndo para sacar suas
economias, boataria geral, pânico. Um dos grandes bancos da América, o Bear
Stearns, amanheceu, na segunda feira última, quebrado, insolvente.
No domingo o FED, de forma inédita, fez um empréstimo ao Bear, apoiado pelo
JP Morgan Chase, para que o banco não quebrasse. Depois disso o Bear foi
vendido para o JP Morgan por 2 dólares por ação. Há um ano elas valiam 160
dólares. Durante esta semana dezenas de boatos voltaram a acontecer sobre
quebra de bancos. A bola da vez seria o Lehman Brothers, um bancão. O
mercado e as pessoas seguem sem saber o que nos espera na próxima
segunda-feira.
O que começou com o Paul hoje afeta o mundo inteiro. A coisa pode estar
apenas começando. Só o tempo dirá.
Tem também essa versão…
Versão 2 (para leigos)
É assim, o:
O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça “na
caderneta” aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados.
Porque decidir vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da
dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que a galera do bar do Biu paga pelo crédito).
O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de
mba, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um
ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o
pindura dos pinguços como garantia.
Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do
banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro
acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.
Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capítais e
conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F, cujo lastro
inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu ).
Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com
fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.
Até que alguém descobre que os cachaceiros da Vila Carrapato não têm
dinheiro para pagar as contas e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a
cadeia sifu.
Funciona mais ou menos assim…
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